sábado, janeiro 13

e quando eu chovo.

Frequentemente, eu sento e começo a chover. E não impeço, só deixo que eu sente, e que eu chova. Mas não é assim uma chuva de inverno, é mais uma chuva de outono. E chovo por inteira, dos pés a cabeça, como quem chove sem direção ou porquê. Uma chuva de outono calma, que me invade a alma e atravessa as goteiras - as tão famosas goteiras do corpo. Não é bom, também não é ruim, é chuva. Não SÓ chuva, é chuva e muito mais. E fecho os olhos e vou chovendo até que me coração se alague.



ps: em crise.
ps²: feliz ano novo.

3 comentários:

Anônimo disse...

e que o tempo chuvoso dure não mais que o tempo que for para durar. afinal, só sabemos da chuva porque o sol é sabido de antes.

Anônimo disse...

queria ter o poder de chover. Eu acho q eu até devo ter, ele deve estar guardado em algum lugar. Será q minha mãe olhou nos bolsos de trás da minha calça antes de lavar? Ele poderia estar lá.

Maikel Kolinski disse...

Oi Luisa!
^^
Andei meio sumido da net e do blog. Mas logo logo terei coisas novas por lá.
;)
Beijos!!